Casas de Apoio  
     
 

As Casas de Apoio surgiram na metade da década de 80 quando a emergência de acolher pessoas doentes de AIDS tornou-se necessária, a primeira Casa de Apoio do Pais foi a do GAPA-SP em 1985 que fechou seis meses depois.

Em 1988 surge a Casa de Apoio Brenda Lee originariamente feita para acolher travestis que ficavam doentes e não tinham onde ficar.

Hoje são 61 casas de apoio em todo o Estado sendo que 38 estão na capital e 23 no interior.

A comissão de Casa de Apoio surgiu no intuito de discutir e traçar estratégias que visem o desenvolvimento qualitativo desse trabalho, em 2001 A portaria Conjunta 2 CVS de 28 de Novembro que trata das condições de funcionamento das Casas de Apoio, veio de encontro com a necessidade de regulamentação dessa atividade e foi um trabalho conjunto entre Estado e sociedade civil. Em 28 de Outubro de 2002 surge o I Encontro Estadual de Casas de Apoio, o evento contou com a participação de representantes e usuários de 35 Casas de Apoio, além de profissionais da saúde.

Com o objetivo de promover discussões voltadas para a melhoria da qualidade de vida dos usuários das Casas de Apoio, os temas das mesas versaram sobre o Papel das Casas de Apoio frente à epidemia hoje; Caráter emancipatório no atendimento a pessoas em situação especial; Cidadania e Direitos - Estratégias de fortalecimento dos usuários das Casas de Apoio e canais de interlocução para encaminhamentos; Portaria Conjunta 2 CVS/CRT DST/Aids; Sustentabilidade - Planejamento, Gestão e Financiamento.

Relatório

Dados apontados por Nair Brito dos participantes da reunião casas de apoio adultos realizada em 13 de agosto de 2008 no Instituto de Saúde – Rua Santo Antonio, 590 Centro.

DESAFIOS:

  1. Garantia de continuidade
  2. Pontualidade/repasse financeiro
  3. Adequação das casas
  4. Papel das casas (articulação das casas / vigilância) COREN
  5. Portaria CRT / CVE
  6. Permanência das PVHIVA
  7. Classificação das casa I e II
  8. Moradores de rua
  9. Entendimento das assistentes sociais
  10. Articulação das casas/ serviço de referencia
  11. Adesão ao tratamento
  12. ADT – Assistência Domiciliar Terapêutica
  13. Dependência Química e Saúde Mental
  14. Entra/sai PVHIVA nas casas
  15. Como usar os recurso da 1824 ? RH –
    Legitimidade
    Recursos Financeiros – (pouco) 
    Flexibilização,
    Gestão
    Geração de Renda
  1. Celebração de Convênios
  2. Aproximação com PN
  3. Seleção de Projetos
  4. Ampliação tipo II
  5. Casa de apoio articulada com outras ONG

EIXOS

  1. FINANCEIRO E ARTICULAÇÃO COM O PM
  2. PORTARIA CRT/CVE
  3. ARTICULAÇÃO COM O SERVIÇO DE REFERÊNCIA – SAÚDE MENTAL E DEPENDÊNCIA QUIMICA
  4. ARTICULAÇÃO COM OUTRAS ONG / OUTRAS SECRETARIAS. FÓRUM, RNP+ ....
  5. REINSERÇÃO SOCIAL

COMISSÃO

    • RNP+Campinas
    • Grupo Amizade
    • ALIVI
    • AIPHVA
    • SABAP
    • Missão HIVIDA
    • Lar Betania

     

Instituições E-mail Telefone Contatos
ALIVI reginapedrosa@terra.com.br 9769-2628 Regina Pedrosa
RNP+ Campinas rnpcamps@uol.com.br   Solange
Grupo da Amizade grupodaamizade@terra.com.br   Miro
Associação Lar laraids@associacaolar.org.br   Adriana Aros
UNIASEC melissa.uniasec@hotmail.com   Melissa
Inst. Beneficiente Viva a Vida patersanctus@uol.com.br   Sérgio Abreu